N.º 53 | Fevereiro de 2014

As medidas de autoproteção são disposições de organização e gestão da segurança, que têm como objetivo incrementar a segurança de pessoas e dos edifícios/recintos face ao risco de incêndio, e compreendem no seu conjunto medidas de prevenção, preparação e resposta, e englobam todos os níveis dentro de uma organização. Aplicam-se a todos os edifícios e recintos, incluindo os existentes à data de entrada em vigor do Regime Jurídico de Segurança Contra Incêndio em Edifícios (Decreto-Lei n.º 220/2008, de 12 de Novembro). Recentemente, a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) disponibilizou para consulta e download uma atualização das Notas Técnicas (...)

De acordo com um estudo realizado pela Sociedade Portuguesa de Angiologia e Cirurgia Vascular (SPACV), a doença crónica venosa (frequentemente conhecida como varizes ou derrames) afeta a qualidade de vida de mais de metade dos portugueses com idade superior a 50 anos. Esta doença traduz-se numa anomalia do sistema venoso dos membros inferiores, resultando na incapacidade das veias das pernas bombearem um volume suficiente de sangue de volta ao coração. Durante a postura de pé, o sangue localizado nas veias das pernas precisa de “lutar contra a gravidade” com o objetivo de retornar ao coração.

Todas as profissões apresentam algum nível de risco para a saúde e bem-estar de quem as executa. Maior ou menor, este risco pode ser eliminado ou, pelo menos, reduzido ao mínimo, pela aplicação de diversas medidas de segurança, que podem ser divididas em três etapas: (…)Os EPI são uma ferramenta útil mas que deve ser bem estudada para que a sua ação seja efetivamente preventiva e não prejudicial ao trabalhador quando os utiliza, quer por pôr em perigo a sua condição ou por não permitir que execute com eficiência e conforto a sua tarefa.