N.º 75 | Dezembro de 2015

Estimados Clientes, Parceiros e Colaboradores,                           

Eis-nos chegados ao Natal, época festiva que pela sua harmonia convida à reflexão da vida, em várias das suas vertentes. É, pois, um tempo de paz, de alegria, de abertura, de proximidade, de gestos concretos de acolhimento.

Muitos momentos que constituem a vida do Grupo 4Work, nos seus 17 anos de existência, só foram possíveis com a vossa colaboração e dedicação. No fundo, com a vossa gratidão. Acreditamos que, também em 2016, todos vós continuarão a ser um pilar fundamental do Grupo 4Work. 

Contamos com cada um.

Que este seja um Feliz Natal! E que 2016, seja mais um ano em que renovamos, com confiança, as razões da nossa esperança.

A Administração do Grupo 4Work

Ao lado do pinheirinho e dos presentes, o presépio é talvez uma das mais antigas formas de caracterização do Natal. 

A palavra presépio significa um local onde se recolhe o gado ou o estábulo. O presépio é uma referência cristã que remete para o nascimento de Jesus numa gruta de Belém, na companhia de São José e de Maria. 

Conta a Bíblia que, depois de muito tempo à procura de um lugar para albergar o casal, que se encontrava em viagem, por motivo derecenseamento de toda a Galileia, São José e a Virgem Maria tiveram que pernoitar numa gruta ou cabana nas imediações de Belém. 

Aqui, Jesus nasceu numa manjedoura destinada a animais (no presépio, uma vaca e um burro) e foi reconhecido, no momento do nascimento, por pastores da região, avisados por um anjo, e, uns dois anos mais tarde, não na manjedoura, mas na casa de Jesus, por reis magos vindos do Oriente, guiados por uma estrela, que teriam oferecido ouro, incenso e mirra à criança.

Segundo a história, estes acontecimentos ocorreram no tempo do Rei Herodes, que teria mandado matar todas as crianças por medo de perder o seu trono para o futuro rei dos judeus. A representação do presépio foi criada por São Francisco de Assis em 1223 que, em companhia de Frei Leão e com a ajuda do senhor Giovanni Vellina, montou numa gruta da floresta na região de Greccio, Itália, a encenação do nascimento de Jesus.

Estavam proibidas, pela Igreja, há 16 anos, a realização de dramas litúrgicos nas Igrejas, mas São Francisco pediu a dispensa da proibição, desejoso que estava de lembrar ao povo daquela região a natividade e o amor a Jesus Cristo. O povo foi convidado para a missa e ao chegarem à gruta encontraram a cena do nascimento vivenciada por pastores e animais. São Francisco morreu dois após, mas os Frades Franciscanos continuaram a representação do presépio utilizando imagens.  

A primeira vez, que se teve algum indício da comemoração do Natal, foi em 25 de dezembro do ano de 354 D.C., no qual ocorreu em Roma uma festa em celebração ao nascimento do menino Jesus. A música “Jingle Bells” foi a primeira canção cantada no espaço, no dia 16 dezembro de 1965.

Só recentemente é que os reis Magos são lembrados como um símbolo da união dos povos: Gaspar, o negro; Belchior, o branco; e Baltazar, o asiático. Esta interpretação contempla o nascimento de Jesus com a união de: o mundo animal, os homens e o mundo mineral (pedras e presentes). É, por isso, que:

Fazer presépios é unir mundos!...

Em vários países do mundo, as pessoas montam árvores de Natal para enfeitar casas e outros ambientes. Junto com as decorações natalinas, as árvores garantem um clima especial nesta importante época do ano.

De acordo com pesquisadores das tradições cristãs, a montagem de árvore de Natal teve início no ano de 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero

Numa determinada  noite, enquanto andava pela floresta, Lutero ficou impressionado com os lindos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a formar a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore em sua residência. Além das estrelas, algodão e outros ornamentos, Lutero usou velas acesas para mostrar aos seus familiares a linda cena que havia visto na floresta.

Esta tradição chegou ao continente americano através de alguns alemães, que vieram residir na América durante o período colonial. No Brasil, país em que o cristianismo prevalece, as árvores de Natal estão presentes em diversos lugares na época natalina, pois, além de decorar, simbolizam paz, alegria e esperança. 

As árvores de Natal também simbolizam a vida, pois em dezembro, no hemisfério norte, ocorre o inverno e as árvores perdem as folhas. 

Uma árvore como esta, frondosa e cheia de enfeites, simboliza a vida!