N.º 87 | Dezembro de 2016

A 4WORK disponibiliza, a todos os seus clientes, parceiros e colaboradores, 

Sessões de 45 minutos |

 

1 Tratamento   –   30,00 €;

3 Tratamentos –   75,00 €;

5 Tratamentos – 100,00 € |

 

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Estimados Clientes, Parceiros e Colaboradores, 

                         

Chegamos a mais um Natal!...

Época de grande harmonia e de reflexão da vida.

Os largos anos de existência do Grupo 4Work só foram possíveis graças à vossa colaboração e dedicação. Acreditamos que, no próximo ano, todos vós vão continuar a ser um pilar fundamental para o nosso Grupo. 

Que este seja mais um Natal Feliz para todos e que o Pai Natal deixe no sapatinho um 2017 cheio de paz e de alegria.

Feliz Natal e um Próspero Ano Novo!

A Administração do Grupo 4Work

Quando alguém pergunta o que é que celebramos no Natal, a resposta geralmente é “celebramos o nascimento de Jesus”. Mas, se alguém perguntar de onde é que surgiu o costume de festejarmos o Natal no dia 25 de Dezembro, a resposta poderá ser bem mais difícil.

Alguns estudos realizados por historiadores revelam que as celebrações em Dezembro provavelmente tiveram início no século II, na antiguidade greco-romana, e a seleção da data teria diversas origens. 

Uma delas seria obra do historiador Sextus Julius Africanus, que teria estabelecido a data da conceção do Menino Jesus no dia 25 de Março, como a data representativa da criação do mundo. E, contando nove meses adiante, surgiria então o Seu nascimento no dia 25 de Dezembro.

Outra explicação seria uma celebração romana pagã, anterior ao Cristianismo, e que ocorreria exatamente no dia 25 de Dezembro. Esse festejo era chamado Natalis Solis Invictus e marcava a volta dos dias mais longos depois do solstício de inverno. Além disso, ele ocorria logo após a Saturnália, outra festividade muito popular na Roma Antiga, durante a qual a população participava em festas e banquetes e ocorriam trocas de presentes.

Um outro festival comemorado durante datas próximas, no dia 21 de Dezembro, era o Yule, dos povos nórdicos, que assim como o Solis Invictus dos romanos, também marcava o retorno do Sol. Durante as celebrações, grandes fogueiras ardiam para simbolizar as novas colheitas e os grandes rebanhos que seriam consumidos no próximo ano, além de representar as novas conquistas.

O dia 25 de Dezembro também marcava a comemoração do aniversário de uma divindade chamada Mitra, que era um conhecido Deus de Luz e Lealdade, que, na época, era muito popular e venerado pelos soldados romanos. Para muitos, era a data mais sagrada de todo ano.

Com o frio do inverno e os dias mais curtos, a população não tinha muito com que se ocupar e, como nesta época do ano, o vinho já estaria fermentado e o rebanho pronto para o consumo, eram organizados grandes banquetes.

De qualquer forma, era no final de Dezembro a época ideal para a realização de festejos por toda a Europa. 

Formalmente, a igreja romana celebra o Natal na data que conhecemos hoje, desde o século IV, durante o reinado do Imperador Constantino, o responsável por transformar o Cristianismo na religião oficial do Império. 

Mesmo assim, este dia (25 de Dezembro) não foi aceite de um momento para outro, pois, durante muito tempo, era o dia 6 de Janeiro a data adotada e o Natal só foi aceite como grande festival cristão a partir do século IX.

O que é certo é que, independentemente de ser ou não ser o dia 25 de Dezembro a data da celebração do Natal, é importante a continuação da existência desta época. 

O que seria do nosso Mundo e da nossa Humanidade sem a presença desta época nas nossas vidas? Ela é única, especial, faz-nos recordar os valores e direitos humanos, faz-nos aproximar da nossa família e amigos, faz-nos tocar no coração para a união dos homens, faz-nos refletir sobre a vida, sobre as decisões que tomamos, faz-nos transformar o nosso lado menos bom e egoísta, em alguma bondade e generosidade para partilhar.

Ser ou não ser o dia 25 de Dezembro, há quem diga que “o Natal é quando o Homem quiser”.

O Grupo 4Work